23 de novembro de 2017
Imprensa
Seduc realiza formação com professores de Ensino Religioso

A Secretaria de Educação de Juazeiro do Norte realizou formação com professores de Ensino Religioso, lotados na rede municipal de ensino. O encontro foi realizado no Círculo Operário São José, um anexo da Basílica Menor de Nossa Senhora dos Dores, nesta quinta-feira. Na ocasião, a gerência da Célula de Ensino Religioso da Seduc, apresentou aos professores o projeto “Educação para a Paz” e promoveu uma palestra com o mesmo tema, proferida pelo Educador e Psicólogo, Jair Rodrigues.

Segundo a Coordenadora da célula, professora Francisca Silva Sampaio (Francisquinha), o projeto tem como objetivo desenvolver nos alunos da rede municipal o sentimento dos valores relativos a Paz e a não violência através de experiências significativas para a vida de todos os seres.

Esse projeto terá a duração de um ano. “Os professores e a comunidade escolar terão a oportunidade de resgatar nos alunos os aspectos positivos do ser humano, como os valores e os sentimentos de pertença que são capazes de construir uma sociedade de paz, justiça e fraternidade. Os professores são os primeiros protagonistas para fazer que esse processo aconteça”, comenta Francisquinha.

De acordo com a Diretora Pedagógica da Seduc, Carmem Lúcia Tomaz Bezerra, a Educação Religiosa é um grande desafio, pois ela deve ser pautada em elementos como a paz, a ética, a tolerância e o diálogo. “Temos que trabalhar para ser um mediador da paz. Não devemos enxergar o ensino religioso como apenas um componente curricular obrigatório e esse encontro tem como objetivo discutir os propósitos da Seduc no que se refere ao ensino religioso”, comenta Carmem Lúcia.

Projeto ecumênico

Segundo Francisquinha, o Ensino Religioso em Juazeiro do Norte é feito de forma abrangente, onde não há um foco em único credo, mas que trata da universalidade das ciências da religião, onde todos têm seu espaço. “Por isso lançamos esse projeto cujo tema é “Educação para a Paz. Não podemos trabalhar uma religião específica, e sim trabalhar aspectos que sejam comuns a todas as religiões em direção ao ecumenismo”, explica Francisquinha. Ela diz ainda que a escola é a comunidade que deve acolher de braços abertos e fazer com que todos possam viver e expressar a sua dimensão e sua pertença religiosa.

Fotos: Samuel Macedo

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