16 de maio de 2018
Imprensa
Seduc inicia programação formativa na área de Educação Inclusiva

A Secretaria de Educação de Juazeiro do Norte iniciou, nesta segunda-feira, 14, mais uma programação voltada para a formação de professores e agentes da Educação Especial. A formação completa terá quatro módulos. O primeiro tratou da importância da educação especial e sua abrangência na questão da inclusão e foi ministrado pela própria Secretária de Educação, Maria Loureto de Lima.

Ela explica que esse trabalho formativo foi iniciado na perspectiva de que o planejamento, o entrosamento e a compreensão da realização do trabalho colaborativo entre os professores da educação especial e da sala comum se alargue com o objetivo de atingir o propósito de subsidiar ao aluno com deficiência, mecanismos para que ele possa superar suas deficiências. “Esse é um sonho que a Seduc vinha alimentando para sistematizarmos esse trabalho”, ressalta.

Participam da formação os professores responsáveis pelo acompanhamento da educação especial, diretores escolares, coordenadores pedagógicos, equipe técnica da secretaria e professores da sala de aula comum.

No último levantamento feito pela Seduc, foram constatados 813 estudantes matriculados na rede municipal de educação, em várias faixas etárias (da educação infantil até a Educação de Jovens e Adultos). Maria Loreto de Lima afirma que essa é uma condição preocupante. “Nós temos uma geração com Microcefalia e precisamos instrumentalizar nossos professores para que trabalhem isso com mais eficiência”. Ela destaca ainda que Juazeiro do Norte, ao realizar essa formação, parte na frente ao buscar antecipar as soluções para os problemas, demonstrando que a Gestão Municipal é integrativa e apoia todas as ações que venham para contribuir com o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.

A Secretária lembra que é de fundamental importância criar condições para que os alunos da Educação Especial se sintam incluídos dentro dos processos de aprendizagem e no convívio com colegas e professores.  “Nós já vemos sinais de superação. Temos alunos com autismo saindo do nível crítico e já partindo para um nível mais moderado. Esse é o nosso trabalho”, finaliza Maria Loureto.

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