5 de junho de 2018
Imprensa
Nepir completa um ano e conquista aprovação do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial

A Câmara Municipal de Vereadores aprovou a criação do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Comira) encaminhada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho (Sedest), por meio do Núcleo de Educação para a Promoção da Igualdade Racial (Nepir), que comemora um ano de implantação em Juazeiro do Norte.

O Nepir tem o objetivo de “elaborar, acompanhar e efetivar políticas públicas para a garantia de direitos e fortalecimento das identidades étnico-raciais do Município”, afirma a Coordenadora de Mobilização Social do Nepir, Herlania Galdino. Atualmente, seguem os procedimentos para a formação do Conselho.

As políticas do Nepir são pautadas em uma cultura de paz, em que a construção de uma sociedade mais justa tem como base o respeito e a valorização das diferenças. “Esse é o caminho para lidar com números alarmantes de violência estrutural e de racismo contra a população negra, as quais presenciamos diariamente e acompanhamos nos meios de comunicação e nos dados estatísticos de pesquisas científicas”, afirma a Coordenadora de Educação e Pesquisa do Nepir, Moema Alves Macêdo.   

Recentemente, Juazeiro do Norte empreendeu esforços para aderir ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que organiza e articula políticas e serviços voltados para superação das desigualdades raciais no Brasil.
 
Atuando nos equipamentos socioassistenciais

O Nepir atua na Proteção Social Básica, como Centro de Referência de Assistência Social (Cras) por meio dos Núcleos de Mediação, Núcleo LGBT, Núcleo de Diversidade Religiosa, Centro de Referência do Idoso (Cri), Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), entre outros.

Seus eixos de atuação estão na identificação de vulnerabilidades e potencialidades; promoção de ações preventivas e de enfrentamento da questão social, através de campanhas, palestras, oficinas, entre outras; construção de possibilidades de mudança e transformação em padrões de relacionamento familiares e comunitários com violação de direitos; atendimento psicossocial; orientação jurídico-social; e articulação com os serviços de outras políticas públicas setoriais; articulação interinstitucional com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos.

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